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Monthly Archives dezembro 2015

Gliossarcoma

O gliossarcoma é um tumor primário raro do sistema nervoso central, variante do glioblastoma, que compromete mais frequentemente indivíduos do sexo masculino entre a quarta e sexta década de vida. A maioria é primária, mas pode surgir secundariamente em pacientes com glioblastoma tratado ou ser um tumor induzido pela radiação.
Histologicamente, o tumor contém elementos gliomatosos e sarcomatosos. O componente glial é idêntico ao glioblastoma típico, com necrose e proliferação microvascular, enquanto o componente mesenquimal é variável, podendo demonstrar diferentes linhagens celulares, mais comumente fibrosarcoma ou fibro-histiocitoma maligno.
Os gliossarcomas são neoplasias grau IV da OMS e tendem a gerar metástases intra-axiais e extra-cranianas com maior frequência que o glioblastoma, o que ocorreu em até 15% a 30% em algumas séries.
Os exames de imagem demonstram uma massa supratentorial hemisférica bem definida, mais frequente nos lobos temporal e parietal e que costuma ser grande ao diagnóstico. A lesão tem aspecto heterogêneo, com componentes sólido e cístico e geralmente apresenta baixo sinal em T1; alto sinal em T2, realce heterogêneo, periférico e espesso. O padrão de realce também pode ser estriado e é frequente o edema adjacente à lesão.
Usualmente os gliossarcomas são periféricos, em contato com as meninges e por vezes exibem invasão e realce em “cauda dural”. O aspecto macroscópico da lesão após a ressecção pode até ser semelhante ao de um meningeoma.
O diagnóstico diferencial deve ser feito com meningeoma anaplásico, tumor neuroectodérmico primitivo (PNET), astroblastoma, linfoma e com as metástases.
Referências:
Artigo retirado do Jornal da Imagem: Informativo da Sociedade Paulista de Radiologia e Diagnóstico por Imagem. Edição 446. Outubro de 2015.
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Tumor Glômico Gástrico

O tumor glômico gástrico é uma neoplasia rara sendo mais comum na região do antro em adultos. Ocorrem numa proporção 1:1,5 entre homens e mulheres com predomínio na 5ª/6ª década de vida sendo uma das características a dor desproporcional ao tamanho da lesão, podendo ocorrer episódios de hematêmese ou melena.
A tomografia computadorizada mostra geralmente uma lesão medindo entre 1 e 4 cm, com padrão de realce (hemangioma-like), o que ajuda a diferenciar de outras lesões submucosas gástricas. Os principais diagnósticos diferenciais incluem: GIST; Neoplasia neuroendócrina (tumor carcinóide); Schwarnoma; Metástases (melanoma)- geralmente lesões múltiplas; Pâncreas ectópico; Fibromixoma plexiforme; Pólipo Fibroso Inflamatório.
São geralmente benignos e sua diferenciação de um GIST com potencialmente maligno é importante para evitar grandes ressecções cirúrgicas.
Histologicamente é composto por uma rede de anastomose arteriovenosas, onde as arteríolas perdem a lâmina elástica interna, porém adquirem espessa camada de células musculares lisas modificadas (células glômicas). Atuam no controle da temperatura corpórea. O tratamento cirúrgico deve ser realizado sempre que possível.
Referências: Artigo retirado do Jornal da Imagem: Informativo da Sociedade Paulista de Radiologia e Diagnóstico por Imagem. Edição 446. Outubro de 2015.
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