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8 de novembro- Dia dos Profissionais das Técnicas Radiológicas

PARABÉNS AOS PROFISSIONAIS DAS TÉCNICAS RADIOLÓGICAS PELO SEU DIA: RADIOLOGISTAS, TECNÓLOGAS E TÉCNICOS EM RADIOLOGIA.

COMEMOREMOS ESTE MOMENTO MARCANTE EM SUAS VIDAS, PELO TRABALHO ÁRDUO E INCANSÁVEL DESENVOLVIDO, COM UM SÓ PROPÓSITO EM SUA CAMINHADA: GARANTIR À SOCIEDADE, UM ATENDIMENTO DIGNO, COM RESPONSABILIDADE, SEGURANÇA E CREDIBILIDADE.

PARABÉNS PELO SEU DIA!

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Campanha Outubro Rosa 2016

A Clínica Idisa mais uma vez está abraçando a campanha Outubro Rosa, visando a prevenção do câncer de mama, através da realização periódica da mamografia. O mês de outubro é conhecido como mês símbolo da campanha, onde diversas ações são realizadas para conscientizar as pessoas que a prevenção é o melhor remédio. Neste mês de outubro realizando sua mamografia em qualquer filial da Clínica Idisa, você concorre a um lindo arranjo de flores. O sorteio será realizado no dia 01.11.2016.

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Imagem em 3D de Fraturas na Mandíbula

As imagens do exame abaixo demonstram as fraturas de mandíbula do jogador do grêmio Miller Bolaños, com uma fratura no mento e outra no ramo direito da mandíbula. O jogador Bolaños sofreu um trauma em disputa de bola no grenal do último domingo dia 06 de março/2016.  De acordo com a avaliação clínica, o jogador corre o risco de ficar um longo tempo fora dos gramados, após realização de cirurgia para correção das fraturas.
O IDISA realiza este e outros exames de Diagnóstico por Imagem com reformatação multiplanar e em 3D das imagens.
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Muda calendário de vacinação na rede pública de saúde

A Secretaria de Saúde do RS informa que está em vigor a partir de janeiro, o novo calendário de vacinação na rede pública de saúde, com alterações de número de doses, faixa etária e modo de aplicações. As mudanças dizem respeito às seguintes vacinações:
Hepatite A– a dose única mudou a data de reforço de 12 para 15 meses, por questões operacionais.
Hepatite B– administrada em três doses, ela agora passa a ser universal, em vez de atender a um público de até 49 anos.
Pneumocócica 10- valente– diminuiu uma dose. Agora são duas doses em crianças de menos de um ano, aos dois e aos cinco anos que não receberam as doses do esquema primário (menores de um ano de idade), a indicação é a dose única.
Pneumo (conjugada) tipo C– indicação de duas doses, três meses e cinco meses, e uma dose de reforço aos 12 meses. Para as crianças de um ano a menores de cinco anos que não receberam as doses do esquema primário, a indicação é dose única.
HPV– a vacina entrou no calendário de 2016. Antes era recomendado para meninas até nove anos e o Ministério da Saúde ampliou a faixa etária para 13 anos completos. São duas doses com intervalo de seis meses, não sendo mais necessária a terceira dose aplicada 60 meses após para proteger contras as cepas fundamentais.
Poliomielite– a partir de janeiro de 2016 serão três doses com a vacina inativa de poliomielite, administrada por via intramuscular.
Fonte: www.fehosul.org;br/fehosul
Estatísticas e Análises- 05 de janeiro 2016
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Existe relação entre doenças das gengivas e câncer de mama?

Durante os últimos anos, diferentes estudos estão mostrando relações significativas entre periodontite e doenças como diabetes, acidentes vasculares cerebrais, problemas cardíacos e câncer de boca, esôfago, cabeça e pescoço, ou câncer de pâncreas. E agora um novo estudo mostra que há ligação entre a doença da gengiva e câncer de mama. A gengivite é a inflamação e infecção das gengivas, e quando não é tratada ou quando o seu tratamento é postergado, pode provocar a periodontite, uma condição mais grave que pode causar a perda dos dentes. Isto ocorre, quando quadros infecciosos e inflamatórios se desenvolvem e passam das gengivas para os ligamentos e ossos que dão suporte aos dentes.

Pesquisadores da Universidade de Buffalo (EUA) descobriram que a doença periodontal está associada com um maior risco de câncer de mama em mulheres na menopausa, especialmente aquelas que são ou foram fumantes. Os resultados foram publicados na revista Cancer Epidemiology, Biomarkers & Prevention.
Os pesquisadores acompanharam mais de 73 mil mulheres- na menopausa- que não tinham câncer de mama identificado. Destas, um pouco mais de ¼ tinham uma doença periodontal, cuja incidência variou se a mulher era fumante ou não. Após uma média de acompanhamento de 6,7 anos, 2.124 mulheres foram diagnosticadas com câncer de mama. Ao cruzarem os dados, os pesquisadores identificaram um risco maior na ordem de 14% para mulheres que tiveram doença periodontal.
O estudo também mostrou que entre as mulheres que haviam parado de fumar nos últimos 20 anos e que sofriam de doença periodontal, o risco destes tumores foi 36% superior, enquanto que aqueles que fumavam na época do estudo o risco foi 32% mais elevado se tiveram a doença da gengiva, embora a associação não se demonstrasse estatisticamente significativa. Os pesquisadores ressaltavam que novos estudos, mais amplos, devem ser realizados.
“Nós sabemos que as bactérias da boca dos fumantes ou ex-fumantes que abandonaram recentemente o cigarro são diferentes daqueles de não-fumantes” reconhece Jo L. Freudenheim, autor da pesquisa, de modo que o aumento do risco de câncer de mama pode ser porque esses microorganismos entram no corpo por estas inflamações e afetam o tecido mamário.
A este respeito, disse ao jornal espanhol ABC, Nuria Vallcorba Plana, da Clínica Vllacorba em Barcelona, que doenças periodontais são caracterizadas pela inflamação crônica das gengivas causadas por bactérias orais, o que suportam os dentes. “A ligação da doença da gengiva com doença sistêmica pode estar relacionada com a passagem de bactérias para o sangue e, especialmente, com a inflamação que ocorre, o qual atua em todo o corpo, devido à liberação dos chamados mediadores da inflamação”, resumiu.
Fonte: http// fasaude.com.br
Estatísticas e Análises/ 30 de dezembro 2015
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Gliossarcoma

O gliossarcoma é um tumor primário raro do sistema nervoso central, variante do glioblastoma, que compromete mais frequentemente indivíduos do sexo masculino entre a quarta e sexta década de vida. A maioria é primária, mas pode surgir secundariamente em pacientes com glioblastoma tratado ou ser um tumor induzido pela radiação.
Histologicamente, o tumor contém elementos gliomatosos e sarcomatosos. O componente glial é idêntico ao glioblastoma típico, com necrose e proliferação microvascular, enquanto o componente mesenquimal é variável, podendo demonstrar diferentes linhagens celulares, mais comumente fibrosarcoma ou fibro-histiocitoma maligno.
Os gliossarcomas são neoplasias grau IV da OMS e tendem a gerar metástases intra-axiais e extra-cranianas com maior frequência que o glioblastoma, o que ocorreu em até 15% a 30% em algumas séries.
Os exames de imagem demonstram uma massa supratentorial hemisférica bem definida, mais frequente nos lobos temporal e parietal e que costuma ser grande ao diagnóstico. A lesão tem aspecto heterogêneo, com componentes sólido e cístico e geralmente apresenta baixo sinal em T1; alto sinal em T2, realce heterogêneo, periférico e espesso. O padrão de realce também pode ser estriado e é frequente o edema adjacente à lesão.
Usualmente os gliossarcomas são periféricos, em contato com as meninges e por vezes exibem invasão e realce em “cauda dural”. O aspecto macroscópico da lesão após a ressecção pode até ser semelhante ao de um meningeoma.
O diagnóstico diferencial deve ser feito com meningeoma anaplásico, tumor neuroectodérmico primitivo (PNET), astroblastoma, linfoma e com as metástases.
Referências:
Artigo retirado do Jornal da Imagem: Informativo da Sociedade Paulista de Radiologia e Diagnóstico por Imagem. Edição 446. Outubro de 2015.
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Tumor Glômico Gástrico

O tumor glômico gástrico é uma neoplasia rara sendo mais comum na região do antro em adultos. Ocorrem numa proporção 1:1,5 entre homens e mulheres com predomínio na 5ª/6ª década de vida sendo uma das características a dor desproporcional ao tamanho da lesão, podendo ocorrer episódios de hematêmese ou melena.
A tomografia computadorizada mostra geralmente uma lesão medindo entre 1 e 4 cm, com padrão de realce (hemangioma-like), o que ajuda a diferenciar de outras lesões submucosas gástricas. Os principais diagnósticos diferenciais incluem: GIST; Neoplasia neuroendócrina (tumor carcinóide); Schwarnoma; Metástases (melanoma)- geralmente lesões múltiplas; Pâncreas ectópico; Fibromixoma plexiforme; Pólipo Fibroso Inflamatório.
São geralmente benignos e sua diferenciação de um GIST com potencialmente maligno é importante para evitar grandes ressecções cirúrgicas.
Histologicamente é composto por uma rede de anastomose arteriovenosas, onde as arteríolas perdem a lâmina elástica interna, porém adquirem espessa camada de células musculares lisas modificadas (células glômicas). Atuam no controle da temperatura corpórea. O tratamento cirúrgico deve ser realizado sempre que possível.
Referências: Artigo retirado do Jornal da Imagem: Informativo da Sociedade Paulista de Radiologia e Diagnóstico por Imagem. Edição 446. Outubro de 2015.
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8 de novembro- Dia do profissional em Radiologia

Nesta data especial, viemos com entusiasmo, saudar e felicitar estes profissionais, que com dignidade e ética representam tão bem a classe. Profissionais comprometidos com o excelente resultado dos seus trabalhos, e por isso, sempre atentos às novas tecnologias e procedimentos. Profissionais estes que são exemplo de dedicação, de compromisso com a sociedade na prestação de seus respectivos trabalhos. Continuem assim, a se pautar pela ética, a buscar novos conhecimentos e a se atualizar sempre, e exigir de vocês mesmos ¨excelência profissional¨.

Em especial, Parabéns a todos os profissionais de radiologia da nossa empresa: Tecnólogos, Técnicos e Médico Radiologista Dr. José Alberto Leszczinski.

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