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Artigos

Muda calendário de vacinação na rede pública de saúde

A Secretaria de Saúde do RS informa que está em vigor a partir de janeiro, o novo calendário de vacinação na rede pública de saúde, com alterações de número de doses, faixa etária e modo de aplicações. As mudanças dizem respeito às seguintes vacinações:
Hepatite A– a dose única mudou a data de reforço de 12 para 15 meses, por questões operacionais.
Hepatite B– administrada em três doses, ela agora passa a ser universal, em vez de atender a um público de até 49 anos.
Pneumocócica 10- valente– diminuiu uma dose. Agora são duas doses em crianças de menos de um ano, aos dois e aos cinco anos que não receberam as doses do esquema primário (menores de um ano de idade), a indicação é a dose única.
Pneumo (conjugada) tipo C– indicação de duas doses, três meses e cinco meses, e uma dose de reforço aos 12 meses. Para as crianças de um ano a menores de cinco anos que não receberam as doses do esquema primário, a indicação é dose única.
HPV– a vacina entrou no calendário de 2016. Antes era recomendado para meninas até nove anos e o Ministério da Saúde ampliou a faixa etária para 13 anos completos. São duas doses com intervalo de seis meses, não sendo mais necessária a terceira dose aplicada 60 meses após para proteger contras as cepas fundamentais.
Poliomielite– a partir de janeiro de 2016 serão três doses com a vacina inativa de poliomielite, administrada por via intramuscular.
Fonte: www.fehosul.org;br/fehosul
Estatísticas e Análises- 05 de janeiro 2016
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Existe relação entre doenças das gengivas e câncer de mama?

Durante os últimos anos, diferentes estudos estão mostrando relações significativas entre periodontite e doenças como diabetes, acidentes vasculares cerebrais, problemas cardíacos e câncer de boca, esôfago, cabeça e pescoço, ou câncer de pâncreas. E agora um novo estudo mostra que há ligação entre a doença da gengiva e câncer de mama. A gengivite é a inflamação e infecção das gengivas, e quando não é tratada ou quando o seu tratamento é postergado, pode provocar a periodontite, uma condição mais grave que pode causar a perda dos dentes. Isto ocorre, quando quadros infecciosos e inflamatórios se desenvolvem e passam das gengivas para os ligamentos e ossos que dão suporte aos dentes.

Pesquisadores da Universidade de Buffalo (EUA) descobriram que a doença periodontal está associada com um maior risco de câncer de mama em mulheres na menopausa, especialmente aquelas que são ou foram fumantes. Os resultados foram publicados na revista Cancer Epidemiology, Biomarkers & Prevention.
Os pesquisadores acompanharam mais de 73 mil mulheres- na menopausa- que não tinham câncer de mama identificado. Destas, um pouco mais de ¼ tinham uma doença periodontal, cuja incidência variou se a mulher era fumante ou não. Após uma média de acompanhamento de 6,7 anos, 2.124 mulheres foram diagnosticadas com câncer de mama. Ao cruzarem os dados, os pesquisadores identificaram um risco maior na ordem de 14% para mulheres que tiveram doença periodontal.
O estudo também mostrou que entre as mulheres que haviam parado de fumar nos últimos 20 anos e que sofriam de doença periodontal, o risco destes tumores foi 36% superior, enquanto que aqueles que fumavam na época do estudo o risco foi 32% mais elevado se tiveram a doença da gengiva, embora a associação não se demonstrasse estatisticamente significativa. Os pesquisadores ressaltavam que novos estudos, mais amplos, devem ser realizados.
“Nós sabemos que as bactérias da boca dos fumantes ou ex-fumantes que abandonaram recentemente o cigarro são diferentes daqueles de não-fumantes” reconhece Jo L. Freudenheim, autor da pesquisa, de modo que o aumento do risco de câncer de mama pode ser porque esses microorganismos entram no corpo por estas inflamações e afetam o tecido mamário.
A este respeito, disse ao jornal espanhol ABC, Nuria Vallcorba Plana, da Clínica Vllacorba em Barcelona, que doenças periodontais são caracterizadas pela inflamação crônica das gengivas causadas por bactérias orais, o que suportam os dentes. “A ligação da doença da gengiva com doença sistêmica pode estar relacionada com a passagem de bactérias para o sangue e, especialmente, com a inflamação que ocorre, o qual atua em todo o corpo, devido à liberação dos chamados mediadores da inflamação”, resumiu.
Fonte: http// fasaude.com.br
Estatísticas e Análises/ 30 de dezembro 2015
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Gliossarcoma

O gliossarcoma é um tumor primário raro do sistema nervoso central, variante do glioblastoma, que compromete mais frequentemente indivíduos do sexo masculino entre a quarta e sexta década de vida. A maioria é primária, mas pode surgir secundariamente em pacientes com glioblastoma tratado ou ser um tumor induzido pela radiação.
Histologicamente, o tumor contém elementos gliomatosos e sarcomatosos. O componente glial é idêntico ao glioblastoma típico, com necrose e proliferação microvascular, enquanto o componente mesenquimal é variável, podendo demonstrar diferentes linhagens celulares, mais comumente fibrosarcoma ou fibro-histiocitoma maligno.
Os gliossarcomas são neoplasias grau IV da OMS e tendem a gerar metástases intra-axiais e extra-cranianas com maior frequência que o glioblastoma, o que ocorreu em até 15% a 30% em algumas séries.
Os exames de imagem demonstram uma massa supratentorial hemisférica bem definida, mais frequente nos lobos temporal e parietal e que costuma ser grande ao diagnóstico. A lesão tem aspecto heterogêneo, com componentes sólido e cístico e geralmente apresenta baixo sinal em T1; alto sinal em T2, realce heterogêneo, periférico e espesso. O padrão de realce também pode ser estriado e é frequente o edema adjacente à lesão.
Usualmente os gliossarcomas são periféricos, em contato com as meninges e por vezes exibem invasão e realce em “cauda dural”. O aspecto macroscópico da lesão após a ressecção pode até ser semelhante ao de um meningeoma.
O diagnóstico diferencial deve ser feito com meningeoma anaplásico, tumor neuroectodérmico primitivo (PNET), astroblastoma, linfoma e com as metástases.
Referências:
Artigo retirado do Jornal da Imagem: Informativo da Sociedade Paulista de Radiologia e Diagnóstico por Imagem. Edição 446. Outubro de 2015.
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Tumor Glômico Gástrico

O tumor glômico gástrico é uma neoplasia rara sendo mais comum na região do antro em adultos. Ocorrem numa proporção 1:1,5 entre homens e mulheres com predomínio na 5ª/6ª década de vida sendo uma das características a dor desproporcional ao tamanho da lesão, podendo ocorrer episódios de hematêmese ou melena.
A tomografia computadorizada mostra geralmente uma lesão medindo entre 1 e 4 cm, com padrão de realce (hemangioma-like), o que ajuda a diferenciar de outras lesões submucosas gástricas. Os principais diagnósticos diferenciais incluem: GIST; Neoplasia neuroendócrina (tumor carcinóide); Schwarnoma; Metástases (melanoma)- geralmente lesões múltiplas; Pâncreas ectópico; Fibromixoma plexiforme; Pólipo Fibroso Inflamatório.
São geralmente benignos e sua diferenciação de um GIST com potencialmente maligno é importante para evitar grandes ressecções cirúrgicas.
Histologicamente é composto por uma rede de anastomose arteriovenosas, onde as arteríolas perdem a lâmina elástica interna, porém adquirem espessa camada de células musculares lisas modificadas (células glômicas). Atuam no controle da temperatura corpórea. O tratamento cirúrgico deve ser realizado sempre que possível.
Referências: Artigo retirado do Jornal da Imagem: Informativo da Sociedade Paulista de Radiologia e Diagnóstico por Imagem. Edição 446. Outubro de 2015.
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Entrevista: Saiba qual a utilidade de cada exame no diagnóstico por imagem

Entrevista da Revista Acontece, com Dr. José Alberto Leszczinski, Especialista em Radiologia e Diagnóstico por Imagem pelo Colégio Brasileiro de Radiologia e Associação Médica Brasileira, sócio-proprietário e responsável técnico da Clínica IDISA.

Revista: Dr. José Leszczinski, por qual motivo, mesmo após 100 anos da descoberta do raio-x, ele ainda é tão utilizado na medicina?
Dr. José: Pelo seu baixo custo, pela rapidez na realização e continua sendo útil podendo beneficiar as mais diversas especialidades médicas.
Revista: Cite alguns exemplos de utilização do raio-x ainda hoje.
Dr. José: Em ortopedia, para a avaliação de fraturas, doenças articulares, avaliações da coluna vertebral, dentre outras. Na pneumologia, para avaliação de doenças pulmonares infecciosas ou ocupacionais.
Revista: Por qual motivo a ecografia é utilizada para exames durante a gestação?
Dr. José: A ecografia utilizada ondas sonoras na formação da imagem, portanto não provoca dano nas células do feto e da mãe. Estas ondas sonoras apresentam-se numa frequência acima da nossa capacidade auditiva e por este motivo o exame é também chamado de ultrassonografia.
Revista: Para que serve o exame de densitometria óssea?
Dr. José: Serve para a avaliação da densidade mineral óssea do esqueleto humano. A quantificação do cálcio nas estruturas ósseas permite o diagnóstico de doenças que causam a osteoporose. A densitometria é usada também durante e após tratamento da osteoporose, no monitoramento dos resultados.
Revista: Homens também precisam fazer mamografia?
Dr. José: Sim, quando existe alguma suspeita, detectada através do exame físico, como nódulos ou dor nas mamas, deve haver uma investigação, pois os homens também podem desenvolver câncer de mama.
Revista: Qual é a aplicação da Tomografia Computadorizada?
Dr. José: A tomografia é aplicada em todas as especialidades médicas, mas com maior ênfase na neurologia, ortopedia, pneumologia e gastroenterologia. É utilizada para avaliação do tecido cerebral, medula vertebral e outras estruturas internas, evidenciando que se façam cirurgias exploratórias, que no caso da neurologia poderia deixar sequelas. Também é muito utilizada no acompanhamento de tratamentos oncológicos.
Revista: E a Ressonância Magnética:
Dr. José: A ressonância magnética é um exame que utilizada um campo magnético na aquisição das imagens, portanto não utiliza radiação, não prejudicando assim as células do corpo humano. É o mais sofisticado dos exames de imagem, proporciona a visualização de detalhes anatômicos, mostrando diferenças entre os diversos tecidos do corpo humano, permitindo identificar alterações não detectáveis aos outros métodos. É muito utilizado na neurologia, traumatologia, lesões ligadas ao esporte, avaliação de tumores, etc. É aplicado a todas as especialidades médicas, inclusive podem ser feitos exames em gestantes.
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